Recorde de público em edição conjunta de simpósios de Terapia Alfa e Beta no Brasil.
Com coordenação da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear e Imagem Molecular (SBMN), o Rio de Janeiro recebeu, de 14 a 16 de abril, uma edição inédita que integrou o 13º Simpósio Internacional de Terapia Alfa (TAT) e o 19º Simpósio Edwaldo Camargo – Terapia Beta. A proposta ocupou o Centro de Convenções do Windsor Barra e reuniu especialistas de diferentes países em uma agenda dedicada ao avanço das terapias em Medicina Nuclear.
A ação alcançou mais de 400 participantes, configurando o maior público já registrado nesse formato conjunto em Medicina Nuclear no Brasil. Foram 21 empresas expositoras e 107 trabalhos científicos aprovados, distribuídos entre apresentações orais e pôsteres, com abordagens que contemplaram pesquisa básica, prática clínica e estudos translacionais.
O TAT 13 concentrou debates sobre radioquímica, dosimetria, instrumentação, regulamentação e cadeia produtiva de radiofármacos, além de atualizações em investigações pré-clínicas e aplicações clínicas em terapia alfa. Concomitantemente, o Simpósio Edwaldo Camargo manteve ênfase na Terapia Beta, com sessões clínicas multidisciplinares realizadas nos dias 14 e 15 e encerramento conjunto ao TAT.
A Presidente da SBMN, Dra. Elba Etchebehere, ressaltou a construção coletiva do encontro e o alcance das articulações internacionais. “Reconhecemos, em especial, a parceria com a Comissão Europeia e a África do Sul, que abriu novos caminhos e impulsionou conexões estratégicas para a Medicina Nuclear. A todos os participantes, nosso agradecimento pelas trocas qualificadas e pelo engajamento que deram vida a um ambiente fértil de diálogo, aprendizado e construção coletiva”, afirmou.
“Estávamos todos, coletivamente, presentes com um único propósito: o paciente. Desejo que os resultados do evento sejam provas de nosso potencial de inovar juntos, focados em parcerias globais e orientados à geração de impacto concreto na saúde da população”, completou Etchebehere.
]O Vice-Presidente da SBMN, Dr. Paulo Almeida, avaliou a iniciativa como um marco de integração científica e institucional. “A realização evidenciou a capacidade de articulação da comunidade da Medicina Nuclear e a consolidação de um espaço qualificado para convergência de diferentes linhas de atuação, com impacto direto na evolução do conhecimento e na prática clínica”, comentou.
A edição contou, em um contexto de intercâmbio científico ampliado, com cooperação da Comissão Europeia e de instituições da África do Sul, promovendo interlocução entre centros de pesquisa e serviços clínicos voltados ao desenvolvimento da especialidade.
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A ação alcançou mais de 400 participantes, configurando o maior público já registrado nesse formato conjunto em Medicina Nuclear no Brasil. Foram 21 empresas expositoras e 107 trabalhos científicos aprovados, distribuídos entre apresentações orais e pôsteres, com abordagens que contemplaram pesquisa básica, prática clínica e estudos translacionais.
O TAT 13 concentrou debates sobre radioquímica, dosimetria, instrumentação, regulamentação e cadeia produtiva de radiofármacos, além de atualizações em investigações pré-clínicas e aplicações clínicas em terapia alfa. Concomitantemente, o Simpósio Edwaldo Camargo manteve ênfase na Terapia Beta, com sessões clínicas multidisciplinares realizadas nos dias 14 e 15 e encerramento conjunto ao TAT.
A Presidente da SBMN, Dra. Elba Etchebehere, ressaltou a construção coletiva do encontro e o alcance das articulações internacionais. “Reconhecemos, em especial, a parceria com a Comissão Europeia e a África do Sul, que abriu novos caminhos e impulsionou conexões estratégicas para a Medicina Nuclear. A todos os participantes, nosso agradecimento pelas trocas qualificadas e pelo engajamento que deram vida a um ambiente fértil de diálogo, aprendizado e construção coletiva”, afirmou.
“Estávamos todos, coletivamente, presentes com um único propósito: o paciente. Desejo que os resultados do evento sejam provas de nosso potencial de inovar juntos, focados em parcerias globais e orientados à geração de impacto concreto na saúde da população”, completou Etchebehere.
]O Vice-Presidente da SBMN, Dr. Paulo Almeida, avaliou a iniciativa como um marco de integração científica e institucional. “A realização evidenciou a capacidade de articulação da comunidade da Medicina Nuclear e a consolidação de um espaço qualificado para convergência de diferentes linhas de atuação, com impacto direto na evolução do conhecimento e na prática clínica”, comentou.
A edição contou, em um contexto de intercâmbio científico ampliado, com cooperação da Comissão Europeia e de instituições da África do Sul, promovendo interlocução entre centros de pesquisa e serviços clínicos voltados ao desenvolvimento da especialidade.
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